Certa vez, Dom Barreto foi questionado sobre como nasceu e cresceu sua grande devoção a Maria Santíssima:
Respondeu com simplicidade que o gérmen de sua devoção a Nossa Senhora foi ter recebido o escapulário azul de Nossa Senhora da Conceição, quando de sua Primeira Comunhão na Capela da Santa Casa. Dom Barreto disse que nunca mais deixou de usá-lo.
Mais tarde, quando ingressou no Seminário, recebeu do seu bispo um terço, e também se propôs a rezá-lo todos os dias “jamais omitindo essa prática”.
Ainda no Seminário e nas vésperas do dia em que receberia o Subdiaconato, foi aos pés de Nossa Senhora e, confiando-Lhe o seu voto, consagrou-se a Ela por toda a vida.
Já como Sacerdote e desejando expandir seu campo de ação, prometeu a Nossa Senhora pregar pelo período de um ano e em todos os domingos as Glórias de Maria. Ao fim daquele período, alcançou a graça que tanto aspirava em seu coração: a 8 de dezembro de 1904 foi nomeado Vigário da Matriz de Santa Cruz (atual Basílica do Carmo), naquele tempo uma das maiores paróquias de Campinas.
Então como Bispo, e após sua transferência de Pelotas para Campinas, passou a rezar diariamente o Rosário da Virgem, cumprindo assim com sua própria deliberação quando dessa transferência. Rezava o rosário no mesmo terço que havia recebido quando de seu ingresso no seminário, terço esse guardado até hoje pelas Missionárias de Jesus Crucificado:
Fonte: Dom Francisco de C. Barreto – Nosso Ínclito Pai Fundador (Homenagem Póstuma), Missionárias de Jesus Crucificado, p. 130-131.
Apostolado de Nossa Senhora das Lágrimas Brasil - LTP - 2025
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